quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Parto vaginal ou cesária? Aspectos psicológicos do parto

Esse tende a ser um assunto recorrente aqui já que quanto mais me aproximo do 3 trimestre mais minha cabeça está voltada para a questão parto. Achei esse texto bem interessante pois considera também os aspectos psicológicos que envolvem o parto e resolvi compartilhar. Em vermelho os meus comentários pessoais.



"Sabe-se, atualmente, que mediante uma série de sinais complexos, mãe e criança realizam um compromisso que coloca um fim à duração da gravidez. Neste contexto, os tipos de parto são vivenciados de maneira diversa por cada mulher, pois têm relação com sua história de vida, tipo de personalidade, momento da gravidez e história do casal.
Parto normal:
Se o parto transcorre sem complicações, a mulher vivencia uma das experiências mais profundas e plenas de sua vida e o vínculo com o bebê se consolida mais facilmente, além de que o nascimento é sentido como uma transição natural da criança, dentro do útero para os braços maternos. Mas, se ao contrário, for vivenciado como doloroso e traumático, a mãe pode se ressentir pelo fato do filho tê-la feito sofrer tanto, o que pode gerar emoções de hostilidade e rejeição em relação a ele.
Durante as contrações uterinas, o bebê encontra-se adormecido, portanto não sente dor. Ele só desperta no momento das contrações finais quando se prenuncia sua expulsão. Estas contrações realizam uma espécie de massagem cutânea na criança e que levam ao amadurecimento final do aparelho respiratório, necessário para o funcionamento na vida aérea, bem como um melhor desempenho de funções como percepção, capacidade de reagir a estímulos ambientais e maior vivacidade, pois eleva o nível de excitabilidade neural, facilitando o desenvolvimento motor e a capacidade de orientação espacial.
Com o parto vaginal, a criança é colocada sobre o ventre materno, estabelecendo um continuamento entre a vida intra-uterina e aérea, pois o bebê, escutando o batimento cardíaco e a voz materna, como também, sentindo seu cheiro e calor, reconhece e mantém os referenciais adquiridos na vida pré-natal. Isto o reassegura e acalma.
Quando a dor se aproxima, as parturientes apresentam maior ou menor capacidade para controlá-la, pois a história de cada uma entra em jogo. Assim, enquanto que uma se surpreende e esgota todos os seus recursos, a outra enfrentará sem maiores dificuldades. Mas, para grande parte das mulheres, a dor ainda simboliza o parto. Desta forma, quando por algum motivo médico têm que fazer cesariana, sentem-se frustradas, menos mães, por não terem passado por essa experiência ancestral, que é a de sentir as dores do parto normal. (depois de ver em muitos relatos mães que não conseguem dilatar o último centímetro, ou que então passam horas nos 8 cm de dilatação e não conseguem passar disso percebo que o parto é muito emocional e psicológico, a entrega tem que ser total, não pode ser apenas física. É uma jornada, provavelmente muito desgastante, mas que valerá muito a pena no final.)
O modo como a parturiente suporta a dor, aceita ou não sofrer tem um sentido que pode ser cultural ou por questões relacionadas a conflitos com sua própria mãe. O importante é que ela saiba que pode recorrer à anestesia peridural durante o trabalho do parto, se a dor lhe parecer insuportável. (A relação dor/medo é um dos maiores fatores que levam muitas a desistirem, no meio do caminho do seu parto, ou então faz o trabalho de parto estacionar e parar de progredir. Você fica com medo da dor da próxima contração e o medo faz com que a dor seja maior, a dor sendo maior faz com que o medo seja maior e assim sucessivamente.)
Um fator de grande interesse é em relação à duração do trabalho de parto. Enquanto algumas mulheres dão à luz em pouquíssimas horas, outras levam muito mais tempo, sentindo contrações muito dolorosas. Esta lentidão em dar à luz, poderia ser compreendida como a presença de desejos ambivalentes tanto na parturiente quanto no feto. Assim, a futura mamãe poderia estar sentindo uma profunda angústia ante a decisão de manter o filho dentro de seu útero ou de colocá-lo no mundo, renunciando a tê-lo só para si. (Você tem que estar certa do que quer, tentar estar o mais calma possível e em conexão com o seu bebe, conversar com ele é uma ótima ajuda, você tem que querer parir o seu filho.)
No feto também há algo que poderia ser relacionado como o desejo de permanecer na segurança e proteção do útero materno ou ter que enfrentar o mundo desconhecido e, portanto, temido. Trata-se de uma decisão de vida ou de morte. Muitas vezes há necessidade da intervenção médica, para que o nascimento ocorra, principalmente se é constatada a existência de sofrimento fetal.
Alguns obstetras optam por induzir o parto por razões várias. Enquanto que para muitas mulheres é percebido como uma grande violência, para outras, esperar mais tempo é uma violência maior. De qualquer maneira e apesar de ser realizado em condições fisiológicas ideais, o parto induzido é experienciado de forma menos gratificante que o parto espontâneo, pois pelo fato de ser um desencadeamento artificial, demanda mais tempo e sofrimento da parturiente, sem contar que é uma violência para o bebê, pois será retirado do útero antes do tempo. Mas algumas vezes este procedimento é necessário, principalmente se já passou do prazo previsto para o nascimento e o bebê corre o risco de entrar em sofrimento.
O parto sob peridural é uma técnica mais recente e a mais utilizada pelos obstetras, pois anestesia apenas a metade inferior do corpo da mulher. Desta feita, a parturiente pode experienciar um parto sem dor, mantendo-se consciente, participativa e, principalmente, presenciar o nascimento do filho.
Muitas mulheres, entretanto, reclamam da sensação de estranheza por sentir apenas a parte superior do corpo, impedindo-as de movimentar as pernas e de caminhar. Pode surgir, também, o temor de ficar paralítica, uma vez que a agulha é introduzida na espinha.
A desvantagem da peridural e da raquidiana é dificultar a realização da força de expulsão, o que pode ser necessário o uso do fórceps. Isto não ocorre com a anestesia local, realizada na área perineal, mas traz a desvantagem de não aliviar a percepção das contrações finais do trabalho do parto e da expulsão.
Em alguns casos, faz-se necessária a anestesia geral e que leva a parturiente à perda da consciência e, conseqüentemente, ao contato com o bebê logo após a saída do útero e que não lhe permite escutar suas primeiras manifestações na vida aérea.
O maior problema causado por esta anestesia é que o remédio atravessa a barreira placentária produzindo graus variados de depressão fetal. Também se verificou que é mais freqüente a sensação de indiferença materna diante do filho, após a retomada da consciência.
Finalmente temos o parto cesáreo, cuja vivência também é percebida diferentemente entre as parturientes.
Na obstetrícia moderna, a cesariana é indicada e necessária, principalmente se há possibilidade de complicações para mãe e ou para a criança. De qualquer forma, para o feto, a cesariana sempre representa uma forma de violência contra si mesmo. Se realizada sob anestesia geral, há uma quebra intrapsíquica entre a mãe e a criança, o que dificulta o fortalecimento do vínculo entre elas. Quando é possível aplicar a anestesia peridural, que suprime a dor mas conserva a consciência, a mãe pode acolher o bebê no seu primeiro contato com o mundo externo, o que facilita a consolidação da relação vincular.
Há mulheres que insistem na cesárea programada, por temerem que o parto normal deixe a vagina larga ou frouxa prejudicando sua sexualidade. Na verdade, a vagina é suficientemente elástica para dar passagem ao bebê, sem alterar suas dimensões de modo permanente, como também com a episiotomia não ocorre a rotura do períneo. (Você não quer o parto normal porque tem medo? Do que você tem medo? Enfrente seus medos, o autoconhecimento é a chave. Como você quer que seu filho venha ao mundo? Informe-se. Entenda quais são os seus medos e quais são os motivos das suas escolhas, isso a fará ter escolhas conscientes e ter menos arrependimentos futuros)
O impacto de um parto desencadeado de maneira espontânea, sem controle, é outro temor que motiva a atitude materna à extrema passividade que é propiciada pela cesariana, em que o bebê é retirado dela sem sua participação. Essa atitude diante do parto vaginal, principalmente em relação às dores, tem paralelo com a dificuldade de assumir a função maternal de não dar conta do trabalho do parto, como se ainda fosse uma criancinha que precisasse ser poupada. (Por que você quer que outras pessoas tomem a responsabilidade de parir por você? Isso não é uma crítica, é uma pergunta para auto-reflexão. Qual é a razão de você não querer parir seu filho?)
Para o bebê, a cesárea programada, num momento em que não houve o início do trabalho do parto e quando nada o havia preparado para uma rápida transição para a vida aérea, é percebida como tendo sido arrancado violentamente de seu meio sem que ele e sua mãe tivessem manifestado um sinal biológico ou desejo.
Há de se repensar a cesariana, a pedido ou necessidade, no sentido de humanizar o nascimento do bebê por esta via, para que lhe seja menos traumático e violento, bem como não prejudicar o vínculo que une os pais e ele. Assim, a mãe deve permanecer em comunicação interna com seu filho, dando-lhe sustentação e compreensão do que irá ocorrer. A grande dificuldade é que, neste momento, a mãe também está com muito medo da anestesia, da cirurgia, e o que consegue transmitir para o bebê é um intenso desgaste emocional, o que o fragiliza ainda mais. Em geral, os bebês de cesárea nascem hipotérmicos e tensos.
Para amenizar o sofrimento e o sentimento profundo de ameaça contra sua vida, o bebê deveria ser colocado imediatamente em contato com a mãe, ao sair do útero, para que pudesse manter os referenciais maternos tão conhecidos e amados. Quando isso não for possível, seria ideal o pai acompanhar a equipe nos cuidados de seu filho, falando com ele, uma vez que reconhece sua voz e se reassegura. (Infelizmente na maioria das vezes isso não é possível)
Concluindo, se houvesse uma preparação psicológica da gestante, principalmente no terceiro trimestre quando a aproximação do parto é real, a futura mamãe poderia vivenciar e participar mais ativamente deste processo tão emocionalmente intenso, quanto é o nascimento de seu filho, assim como, possibilitar uma tomada de decisão em relação ao tipo de parto com maior consciência e compreensão do que é mais adequado para si e para seu bebê."

 Retirado daqui: http://guiadobebe.uol.com.br/parto-vaginal-ou-cesariana/

domingo, 21 de outubro de 2012

6 razões para tentar o parto normal


Como a natureza quer: se o parto normal é o desfecho natural de uma gravidez, por que fugir dele antes mesmo de saber se uma cesárea é de fato indicada para o seu caso? “O ideal é que o bebê escolha o dia em que quer nascer”, diz o obstetra Luiz Fernando Leite, das maternidades Santa Joana e Pro Matre, em São Paulo. É claro que, na hora do parto, às vezes surgem complicações. Aí, sejamos justos, a cesariana pode até salvar a vida da mãe e do filho. “Mas, quando a cirurgia é agendada com muita antecedência, corre-se o risco de a criança nascer prematura, mais magra e com os músculos ainda não completamente desenvolvidos”, adverte o obstetra.

A criança respira melhor: quando passa pelo canal da vagina, o tórax do bebê é comprimido, assim como o resto do seu corpo. “Isso garante que o líquido amniótico de dentro dos seus pulmões seja expelido pela boca, facilitando o primeiro suspiro da criança na hora em que nasce”, explica Rosangela Garbers, neonatalogista do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Sem falar que as contrações uterinas estressam o bebê – e isso está longe de ser ruim. O hormônio cortisol produzido pelo organismo infantil deixa os pulmões preparados para trabalhar a todo vapor. A cesárea, por sua vez, aumenta o risco de ocorrer o que os especialistas chamam de desconforto respiratório. Esse problema pode levar a quadros de insuficiência respiratória e até favorecer a pneumonia.

Acelera a descida do leite: “Durante o trabalho de parto, o organismo da mulher libera os hormônios ocitocina e prolactina, que facilitam a apojadura”, afirma Mariano Sales Junior, da maternidade Hilda Brandão, da Santa Casa de Belo Horizonte. No caso da cesárea eletiva, a mulher pode ser submetida à cirurgia sem o menor indício de que o bebê está pronto para nascer. Daí, o organismo talvez secrete as substâncias que deflagram a produção do leite com certo atraso – de dois a cinco dias depois do nascimento do bebê. Resumo da ópera: a criança terá de esperar para ser amamentada pela mãe.

Cai o mito da dor: por mais ultrapassada que seja, a imagem de uma mãe urrando na hora do parto não sai da cabeça de muitas mulheres. Segundo Washington Rios, coordenador da maternidade de alto risco do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás, não há o que temer. “A analgesia é perfeitamente capaz de controlar a dor”, afirma. Isso porque há mais de dez anos os médicos recorrem a uma estratégia que combina a anestesia raquidiana, a mesma usada na cesárea, e a peridural. “A paciente não sofre, mas também não perde totalmente a sensibilidade na região pélvica”, explica a anestesista Wanda Carneiro, diretora clínica do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Dessa forma, ela consegue sentir as contrações e até ajudar a impulsionar a criança para fora.

Recuperação a jato: 48 horas após o parto normal, a nova mamãe pode ir para casa com o seu bebê. Em alguns casos, para facilitar a saída da criança, os médicos realizam a episiotomia, um pequeno corte lateral na região do períneo, área situada entre a vagina e o ânus. Quando isso acontece, a cicatrização geralmente leva uma semana. Já quem vai de cesariana recebe alta normalmente entre 60 e 72 horas após o parto e pode levar de 30 a 40 dias para se livrar das dores.

Mais segurança: como em qualquer cirurgia, a cesárea envolve riscos de infecção e até de morte da criança. “Cerca de 12% dos bebês que nascem de cesariana vão para a UTI”, revela Renato Kalil, obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. No parto normal, esse número cai para 3%. “A sensação da cesariana é semelhante à de qualquer outra cirurgia no abdômen. É, enfim, como extrair uma porção do intestino ou operar o estômago”, compara Kalil. E, convenhamos, o clima de uma sala cirúrgica não é dos mais agradáveis: as máscaras dos médicos, a sedação, a dificuldade para se mexer...


Previsões pro futuro...

Acho que ele vai adorar música...
  Nesse tempo que estou convivendo com o meu nenenzinho na barriga, tenho percebido que ele já demostra certos traços de personalidade. Será que ele vai ser assim depois? Quero deixar registrado aqui minha primeira impressão sobre ele, vai que estou mesmo certa? daqui uns tempos volto para contar!
  1- Vejo meu bebe como uma criança tímida na frente de desconhecidos mas extrovertida na frente dos de casa. O que me leva a pensar isso é o fato de ele nunca mexer em público, quando tem muito barulho ou muita gente. Mas já quando estou aqui em casa só eu e o jean, nossa, só falta sair da minha barriga, responde quando o jean fala com ele, chuta tão forte que chega a doer, se mexe tanto que da pra ver a barriga mexendo. Só que tirando eu o jean e minha mãe, ninguém mais compartilha desses momentos.
  2- Vai ser muito curioso, daquele tipo de criança que pergunta tudo, sabe? Vejo isso pelo fato de ele ficar quietinho quando conversamos com ele, parece que ta ouvindo tudo (a não ser quando é o pai que aí se mexe pra valer)... Pode ser só uma percepção, mas é a minha visão dele no momento.
  3- O vejo também como uma criança muito meiga e carinhosa muito apegada aos pais.
  4- Terá horários bem definidos pra tudo que for fazer, vai ter fome e sono sempre no mesmo horário. Imagino que ele será assim pois sempre mexe nos mesmos horários, acorda cedinho e é muito agitado de manhã, sendo mais sonolento a tarde.
  5- Acho que vai ser uma criança boazinha,calmo e muito tranquilo, mas ao mesmo tempo opiniático e muito determinado. Será uma criança sensível.

Depois de escrever tudo isso fui no site http://bebe.abril.com.br/numerologia fazer a numerologia do nome do meu baby e veja só o que encontrei:


O introspectivo. O olhar firme e penetrante dessa criança denuncia que existe um mundo em seu interior. Às vezes, nem parece que se tem um bebê em casa. Quando pequeno, é capaz de ficar horas quietinho, olhando para o teto do quarto, apenas observando o que está acontecendo ao seu redor.
Prefere brincar sozinho e adora os animais de estimação. Não se assuste quando mostrar uma variedade de brinquedos e ele se interessar apenas por um. Ele poderá passar horas com o escolhido. Brinquedos educativos chamam mais a sua atenção.
Esse bebê, além de perfeccionista, é reservado
Esse é um bebê calmo, que só se irrita quando algo está incomodando muito. Solucionada a questão, tudo volta às boas. Observador, ele sempre prefere estar junto dos adultos - se comportando tal qual - do que com as outras crianças. Aprende com facilidade e aceita bem a disciplina. Mas pode até adoecer se censurado na frente de outras pessoas ou coleguinhas. Dê a orientação de forma discreta e você será obedecida prontamente. Seu bebê tem sede de conhecimento e raciocínio lógico e gosta de transformar as instruções em resultados tangíveis. Incentive-o.
O jeito de seu bebê falar com você é como se fosse um anjo, delicado, pedindo atenção. Ele adora passear e se encanta com o mundo ao redor. É muito criativo e gosta de desenhar, escrever. Aprenderá a andar logo e liberdade é o que ele deseja. Ao mesmo tempo, gosta do seu espaço e se sente feliz quando está junto das pessoas. Essa é uma atenção que você nunca deve esquecer de dar. Carismático e carinhoso, fará muitos amigos. Em compensação, o reconhecimento também lhe é muito importante. Gosta de se sentir apreciado e precisa desse elogio sincero. 


Realmente tenho tudo pra crer que meu bebe será muito calmo e bonzinho, como já é na barriga. Outros "chutes" que eu dou são que ele vai nascer com bastante cabelo, bem escuro, que irá clareando com o tempo. Outra coisa é que acho que ele vai nascer em janeiro perto do dia 20. Pra mim, o ideal seria que ele quisesse vir ao mundo dia 21, aguardemos.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A ficha está caindo... Faltam só 3 meses!

Ursinho que reza o "anjinho da guarda" ganhado da minha mãe


   Segunda chegou o jogo de quarto do bebe e ontem o Jean montou. Na hora fiquei muito feliz, cheguei da aula e estava prontinho, montadinho e com o jogo de berço já em cima... Tudo perfeito do jeitinho que eu queria... LINDO!! Quando vi, a primeira coisa que fiz foi começar a analisar, como sempre, se estava perfeito, alinhei o berço, chequei as amarras, refiz os laços, e pensava apenas como tinha ficado bonito.
  Fomos então no aniversário da minha prima aqui perto de casa, toda a família reunida "Como vai o bebe?" "Pra quando é mesmo?" "Como tua  barriga cresceu!!" essas coisas que toda família pergunta, quando está chegando um novo membro. Comemos um pouco, demos algumas risadas e voltamos pra casa eu e Jean, já que eu estava exausta, gravidez não é moleza não!
  Chegamos e ele estava morto de cansado, deitamos e tive a seguinte imagem diante dos meus olhos: o abajur aceso, o berço montadinho, e ele cochilando ali do meu lado. Foi um baque. Como assim eu vou ter um bebe? Como assim eu vou ter um bebe em um pouco mais que 3 meses?? É aquela sensação de estar na fila da montanha russa... Eu sou a próxima, não tem escapatória! Olhei pra trás e a fila de gente não me permite fugir, eu já estou com o ticket na mão, está realmente acontecendo: eu vou ser mãe!
  Já pensei várias vezes em tudo... nas responsabilidades que terei, nas alegrias, nos medos... Mas tudo nunca esteve tão próximo quanto agora! Confesso que estou com medo, assustada com a mudança drástica que terei na vida. E aquele berço só serve pra deixar tudo mais real, será que eu deveria ter esperado mais pra montar? Será que eu darei conta? Será que o Nicolas será bonzinho? Será que seremos bons pais? Será que falta algo? Será que eu esqueci de alguma coisa?
  Chorei um pouco ontem e hoje também, em nenhum momento o motivo foi esse, mas penso que o medo me levou a esse estágio de sensibilidade que me encontro.

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  Tirando isso tudo está indo muito bem, um pouco de dor no baixo ventre, muita dor nas pernas e da-lhe caminhadas e hidro!! Nicolas anda cada vez mais sapeca, hoje acordou não só eu como o Jean com suas bicudas, hahaha. (detalhe: ás 6:30 DA MADRUGA) Acha que o menino chuta fraquinho?? E além dos chutes de hoje serem fortes foram super constantes, acho que ele deve ter ficado uns 15 min dando piruetas na minha barriga, o pai fala com ele dai sim que não pára. Está com uma mania agora de mexer na hora que o papai pede, um sarro, qualquer pessoa pode falar com ele, pedir pra ele chutar, acha que chuta?? Jamais!! Agora experimenta pedir pro pai dele conversar com ele, só falta sair da minha barriga!! Eu fico muito feliz com a interação, mas confesso, com um pinguinho de ciúmes.

Presentinho ganhado da minha irmã
  E assim estou levando... Ontem fui fazer uns exames e semana que vem tenho médico, estou ansiosa pra ver quanto que engordei, provavelmente mais 2 kg pra minha tristeza :( mas é isso aí, Nicolas cada dia maior e mais agitado e eu tentando controlar essa loucura hormonal dentro de mim! 





quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ocupando minhas tardes ♥


Pensando em cada detalhe para a chegada do Nicolas...

       Estou no 6 mês, segunda entro na 25 semana, só faltam 15! Nem da pra acreditar. Está quase tudo pronto, segunda chegam o berço e a cômoda, hoje peguei o enfeite de porta. O kit de berço ate semana que vem minha tia termina. De roupinhas falta muito pouco... No fim do mês minha mãe vai comprar o carrinho e o bebe conforto e dia 02/12 é o chá de fraldas, ufa! Ai é só lavar tudo, arrumar a mala da maternidade e organizar as roupinhas na comoda. Espero estar com tudo pronto até metade de dezembro, depois disso só relaxar e esperar o Nicolas sair da casinha dele. A partir de 14 de janeiro já pode nascer!! Dei uma olhada já em algumas roupinhas pra levar pra maternidade e já tenho uma ideia do que vou separar, apesar de ter muitas duvidas sobre a quantidade e o que levar, cada lista diz uma coisa! A dúvida também persiste em quantidade de roupinhas comprar, eu sempre acho que falta algo apesar de todos dizerem que já tenho mais que o suficiente... Em uma lista vi que era pra comprar 15 bodys de cada tamanho, e definitivamente não tenho isso... acho que tenho uns 6 rn e uns 8 p. É tanta coisa que tem que pensar e eu quero participar de cada detalhe!
Te amo filho!


sábado, 6 de outubro de 2012

To apaixonada

Minha cabeça é só ele... Deito na cama pra dormir e espero ate ele parar de mexer, então durmo. Sonho com ele. Acordo de manhã com as mexidas dele e passo o dia pensando nele.


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Ele é perfeito...

O que eu senti hoje ao ver o rostinho do meu filho foi completamente inexplicável... Obrigada Deus por essa benção em minha vida, só estando grávida mesmo pra entender a emoção. Foi tudo incrível!! Te amo muito filho, você é maravilhoso! Ps. o bb está cefálico com dorso à esquerda :)



O rostinho do meu príncipe... PERFEITO!! 
Alguém duvida que é menino ??
Narizinho igual o da mamãe... vai vendo!

Todos os dedinhos...


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

22 semanas





A Pancita, o presente da madrinha e com o que ando me ocupando... Amanhã morfologica!



Não tenho enjoos, azia muito pouco apenas vez ou outra, apenas bastante incomodo no pé da barriga e dor nas costas, mas nada muito grave. Seguimos muito bem, obrigada :)